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O islamo-esquerdismo, ou a morte da esquerda
Como é que uma parte da esquerda, outrora tão crítica da religião Cristã, se tornou tão condescendente face ao Islão? Como é que uma esquerda que, outrora, lutou contra todas as formas de racismo permite agora que haja militantes nas suas fileiras que nada mais fazem do que destilar o seu ódio contra os povos nativos do Ocidente (os brancos), sem que isso choque as suas elites? Como é que uma certa esquerda, supostamente defensora da igualdade entre homens e mulheres, defende com garra uma religião que, nalgumas das suas correntes mais radicais (o Islão wahabita, ou o Islão salafista),
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O que pensa Borges do genocídio?
Ariana Harwicz é uma escritora argentina que pertence a uma nova geração muito celebrada de autoras latino-americanas e na qual se incluem vozes como as de Valeria Luiselli, Samanta Schweblin, Karina Sainz Borgo, Fernanda Melchor, Selva Almada, Mariana Enriquez, Cristina Rivera Garza e Pilar Quintana. Muitas destas autoras têm tido um amplo reconhecimento internacional, os seus livros têm sido distinguidos com alguns dos prémios literários internacionais mais importantes, estão traduzidas um pouco por todo o mundo e são presença assídua em festivais literários. Harwicz, que é também ensaísta, viu a edição inglesa do seu romance de estreia Matate, amor chegar
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Estamos Doentes
Estamos doentes e não sabemos. Temos um vírus a entrar no nosso corpo e, como sempre, vem disfarçado, sem mostrar ao que vem. No princípio provoca um pouco de tosse e achamos que é apenas do frio da noite anterior. Mas, de seguida, vai começando uma febre levezinha, que ainda desconsideramos. Mais tarde vem a dor de cabeça, a dor de garganta, a falta de ar enfim, quando nos damos conta já o caso é grave. Já só o hospital poderá resolver, se o tema não for fatal. É isso que nos está a acontecer hoje em Portugal. Estamos a ser atacados por um
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Budapeste 1956: nos 70 anos de uma velha jornada antifascista
No mundo encantado dos partidos comunistas revolucionários, das assembleias populares e do povo unido – ao Rossio, em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto – as barraquinhas são “simbólicas”. Vendem nostalgia revolucionária e oferecem uma experiência de degustação insurrecional, que pode incluir carga policial e eventual pirotecnia (de militantes de extrema-direita ou de agentes infiltrados, evidentemente). A esta feira de Outubro da revolução, que promete estender-se até ao Natal e até desalojá-lo da praça lisboeta, acorrem ávida e carinhosamente o grosso da imprensa e alguns inocentes, preocupados com a falta de habitação e crentes nas boas intenções
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Na nova guerra dos sexos não há…sexo!
Leitores, dão-me licença de uma confissão íntima? (Sim, é uma pergunta retórica.) Sou maluquinho pela literatura (paixão seguramente não correspondida), e ganho a vida a escrever livros (14, e com mais dois no forninho), como professor de ficção e crítico literário. Pena que hoje as novidades da literatura causam-me bocejos. Os malditos homens brancos mortos? Bruxos! Como eles (e as senhoras suas colegas) entregaram a alma ao Criador, agora só se trocassem a secretária por uma mesa pé-de-galo. Porque raio a literatura de hoje finge que continuamos em 1950? No Ocidente, o patriarcalismo já lá vai. Já em 1929, Serguei
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Manifestamente errados
Terça-feira, 3 de Novembro, Assembleia Municipal de Lisboa. Outra vez as manifestações “pelo direito à habitação”. Do alto daquela proverbial prudência e rigor nas proporções, o PS referiu-se à “pandemia habitacional” – mais um fenómeno português que, a exemplo de Guterres, atravessou fronteiras, atormentou continentes e o mundo. Tomemos-lhe as medidas exactas: 73,4 por cento dos portugueses vive em casa própria; 51 por cento vive em moradias – dados do Eurostat relativos a 2024. Estamos folgadamente acima da média europeia para habitação própria, situada nos 68,4 por cento. A quem queira ser levado a sério em matéria de governação, convém
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Governo admite rever regime das lanchas rápidas e criminalizar transporte de combustível
A ministra da Justiça admitiu esta quarta-feira no parlamento ponderar alterações ao regime das embarcações de alta velocidade, as chamadas lanchas rápidas, nomeadamente a criminalização do transporte de combustível. Na audição parlamentar de discussão na especialidade da proposta do Governo para o próximo Orçamento do Estado, Rita Alarcão Júdice disse em resposta aos deputados que o recurso a embarcações de alta velocidade no tráfico de droga “é um tema crítico”. “Sabemos que temos de continuar a olhar para o sistema, estamos a ver o que se está a passar. Estão a ser ponderadas alterações que possam responder a vários problemas,
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Ucrânia oferece apoio a Moçambique no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, onde conflito já dura nove anos
O embaixador da Ucrânia em Moçambique reafirmou esta quarta-feira a disponibilidade do seu país para apoiar os esforços de combate ao terrorismo em Cabo Delgado, região norte, dependendo esse apoio das necessidades identificadas pelo Governo moçambicano. “Da nossa parte, da parte dos parceiros europeus, há toda a disponibilidade de providenciar a nossa experiência, o nosso apoio e tudo de melhor que a Ucrânia tem para combater o terrorismo”, declarou durante uma visita à província de Cabo Delgado o embaixador da Ucrânia em Moçambique, Rostyslav Tronenko, citado pela comunicação social. Cabo Delgado, província rica em gás natural no norte de Moçambique,
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Acampada do Porto aprova encontro com Presidente da República e exige-lhe a demissão de Luís Neves
Acompanhe o nosso artigo em direto sobre política nacional A Acampada do Porto pela habitação aprovou esta quarta-feira a participação num encontro, no Palácio de Belém, com o Presidente da República, e vai pedir a António José Seguro que exija a demissão do ministro da Administração Interna, Luís Neves. A proposta foi aprovada por maioria na assembleia popular que decorre desde cerca das 19h40, na Praça D. João I, no Porto, tal como tem sucedido desde 10 de outubro. Além da demissão de Luís Neves, entre as reivindicações dos manifestantes estão pedidos a António José Seguro que se coloque “do
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Franclim Carvalho quer Sporting de Braga a resolver jogo “o mais cedo possível”
O treinador Franclim Carvalho disse esta quarta-feira querer o Sporting de Braga a “decidir o mais cedo possível” o jogo no terreno dos dinamarqueses do Aarhus, quinta-feira, na terceira jornada da Liga Conferência de futebol. O técnico dos minhotos frisou que a ideia “passa sempre por tentar decidir o jogo o mais depressa possível”, até pela “elevada densidade competitiva” que o Sporting de Braga tem tido. “Não temos tido margem para gerir fisicamente os jogadores durante os encontros e temos andado quase sempre atrás do resultado, com exceção do jogo com o Gent. O objetivo será esse, resolver quanto antes.
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